quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Não espere que eu te chame

Não espere que eu te chame.
Não espere que eu clame.
Já te amo, o que mais você deseja?
Já hibernei, já esperei, já chorei por você, não me cobre nada além disso.
Você me ignorou, comigo jogou e ainda espera que eu peça perdão?
Que petulância, que arrogância!
Já não se fazem homens como antigamente.
Já não se fazem HOMENS.

Por Yvanna ”Nana” Louise (Nana Rothhaar)

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